sábado, 6 de maio de 2017

AVCFN-SR Natal. Encontro 5 maio 2017.

Bom dia pessoal!

Abaixo segue uma coletânea de fotos da noite do dia 5 de maio 2017 do Encontro dos Veteranos da AVCFN-SR Natal e adjacências, encontro este marcado por uma total descontração dos Veteranos, Familiares e Amigos.

Foram homenageados  as Mães [antecipadamente!] e o Veterano Gildenor Jales [o Gil] pelo transcurso do seu aniversário que ocorre hoje dia 6 de maio.

Quero aproveitar o ensejo e parabenizar a administração da nossa Sede Regional sob a Presidência do Veterano FIRMINO e sua brilhante e atuante diretoria em nos proporcionar estes eventos extremamente saudáveis, agradáveis e marcantes!

Obrigadoooo!!!!

Adsumus!

Maka, Gato, Neto e Bebezão! KKKKKK!!!! 






























 

domingo, 2 de abril de 2017

Etiqueta. Curso de Formação de Sargentos FN/1982. CIASC.



Etiqueta. Curso de Formação de Sargentos FN/1982. CIASC.

Já escrevi aqui no blog que sou Sargento da Turma de 1982 do CIASC.

Bem. Nas últimas aulas do nosso curso, o então 2ºTen-AFN-ZACARIAS, nos ministrou uma disciplina que não lembro bem se era administração ou organização e métodos. O fato é que, numa dada aula, ele resolveu nos ministrar uma aula sobre Etiqueta em função de que, os suboficiais e sargentos do CIASC pediram que o mesmo ministrasse tal aula, pois muitos dos jovens sargentos não sabiam se comportar à mesa e afins.

O Tem-Zacarias iniciou a aula abordando sobre como se portar à mesa, o uso dos talheres e avançou no assunto sobre etiqueta, explicando sobre a questão da limpeza das roupas, do corpo e afins.

Num dado momento, também explicou sobre a questão das visitas que deveriam ser antes combinadas dia e horário e, se possível, o ou os assunto(s) que seriam abordados na visita. Ele também explicou que, esta convenção de se combinar antecipadamente a visita, era importante para que o anfitrião se preparasse, com antecedência, para receber com o máximo esmero o ou os visitante(s) de forma que eles, os visitantes, tivessem o máximo de conforto e bem está possível, de acordo com as posses/condições do anfitrião.

Pois é. Estas lições estão na minha memória e, sempre, procuro as por em prática, pois acredito ser bastante conveniente, visto que, quando fazemos uma visita sem avisar, corremos o risco do visitado não está em casa ou caso esteja, de alguma forma iremos interferir na sua rotina particular/privada. É como se fosse uma invasão de privacidade.

#Ficaadica.

Adsumus!

sábado, 4 de março de 2017

O CB-FN-CN-CABRAL e o Código Morse. CIAdestCFN/1977.



O CB-FN-CN-CABRAL


Já escrevi aqui no blog diversos posts sobre o aspecto da formação militar naval. 


No ano de 1977 fiz o curso de especialização de Comunicações Navais – EspCN/77. Naquele ano, o Centro de Instrução e Adestramento do CFN, atual CIASC, formou duas turmas de 40 alunos cada, do curso de EspCN. Eram as turmas EZ-8 e EZ-9. Eu era da EZ-9. 


O Cabo Cabral era um dos nossos instrutores de código Morse – transmissão, se não me falha a memória.


Lá pelo mês de novembro, alguns alunos estavam um pouco apreensivos em função de não estarem dominando a transmissão do código Morse, adequadamente, fim obterem sucesso no exame final de transmissão. A prova consistia na transmissão de um texto claro e outro cifrado num tempo máximo de 5 minutos.


A choradeira chegou ao Cabo Cabral. O mesmo reuniu a turma em sala de aula e começou a falar sobre superação de dificuldades e o que me chamou a atenção, foi ele ter dito que tinha um filho especial portador da  "SÍNDROME DE DOWN" e que precisava de cuidados especiais, inclusive acompanhamento médico. Outro fato que me chamou a atenção foi ele, o Cabo Cabral, ter informado que sua remuneração era pouca para cobrir com as despesas médicas do filho e o que ele fazia para atender a esta demanda especial de dinheiro? Trabalhava como taxista, nas horas de folga e aos sábados, domingos e feriados! Ao sair de bordo, guarnecia o táxi e, muitas vezes, varava a noite, chegando em casa pela manhã, tomava um banho, trocava de roupa e partia para o quartel.


Este relato serviu para nos motivar e nos esforçar nos estudos, não só do código Morse, como também das demais disciplinas, em especial a datilografia que foi também outro tormento para a turma, não para eu visto que já era datilografo! [Leia aqui sobre meu primeiro ‘diploma profissional’!]


Daqui quero deixar meus sentimentos de respeito, estima e consideração ao ‘CLG’ Cabral. 


Minha continência! 


73/ ! – Abraços, na linguagem – gíria ou jargão – Morse!


Adsumus!

sexta-feira, 3 de março de 2017

Material de Construção Guilherme



MATERIAL DE CONSTRUÇÃO GUILHERME.

Êpaaaa!!!! Não! Não e não! Não estou transformando minha ‘fanpage’ e o meu blog em página de propaganda ou ‘merchan’!

Conheci o Senhor GUILHERME no segundo semestre de 2001 quando me estabeleci em Natal ao passar para a reserva remunerada da Marinha.

Quando chequei a Natal, tive que aumentar a área coberta da minha humilde residência para nos dá um pouco mais de conforto e, durante as obras de expansão do imóvel, fazia pesquisas para a compra de material de construção. Foi numa dessas pesquisas que conheci o Senhor GUILHERME. 

Naquela época existia a figura do ‘cheque’ para pagamentos e numa compra na Loja de Material de Construção Guilherme, após preencher o cheque, apresentei minha carteira de identidade da Marinha para conferência de assinatura e outros dados, como era costume naquela época. O Senhor Guilherme ao ver a minha identificação, olhou para eu e disse:

- “Sub” [nas FFAA o tratamento de ‘sub’ é dado aos Subtenentes (EB) e Suboficiais (Marinha e FAB)] também sou “de Marinha”!

A partir daí, ele comentou que foi para reserva aos 44 anos de idade pois foi atingido pela ‘cota compulsória’ por idade. Ele era primeira classe ou cabo, não lembro bem a graduação.

Inicialmente, ele se estabeleceu numa cidade do interior do Estado da Paraíba, mas suas atividades ‘comerciais’ por lá não deu certo [montou um ‘cabaré’! KKKKKKK]. Veio para Natal [antiga Vila de Ponta Negra, atualmente, Ponta Negra] e iniciou o negócio da loja de material de construção.

Atualmente, aos 85 anos, o Senhor Guilherme continua laborativo! Trabalha de domingo a domingo, auxiliado pelos filhos. Vez ou outra, o flagro dirigindo uma antiga ‘gurgel’, fazendo entrega de pequenas compras dos clientes aos seus domicílios.

Qual o ‘segredo’ do sucesso do Senhor GUILHERME? TRABALHO! Aos domingos, feriados, etc, ... a Loja de Material de Construção Guilherme está aberta! Não fecha para almoço!

Há cerca de umas três semanas, o encontrei na loja [era um domingo!] e, num bate papo informal, me contou que tinha um sonho de consumo: comprar uma amarok. Foi ao banco e verificou que tinha dinheiro suficiente para fazer a compra à vista e ainda sobraria uns trocados! KKKKK!!! Decidiu que iria fechar o negócio no dia seguinte. Durante a noite, teve um sonho que modificou seu ‘investimento’: havia dois terrenos por trás da sua casa e os comprou e deu aos seus dois netos. Fez uma piscina para a família se reunir após fechar a loja aos domingos e feriados e para seu uso próprio, pois ele bem que merece!

Aqui, Senhor GUILHERME, quero deixar minha singela homenagem ao Homem vitorioso e de sucesso que o Senhor o é! 

Deixo minha continência em sinal de respeito, estima e consideração!

Adsumus!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Urnas eletrônicas. Sistema Eleitoral Eletrônico. Segurança.



Urnas eletrônicas. Sistema Eleitoral Eletrônico. Segurança.


Já escrevi aqui no blog um post sobre as urnas eletrônicas e o sistema eletrônico eleitoral no Brasil.

Hoje quero me estender um pouco mais sobre o assunto, considerando os aspectos do ‘hardware’ e do ‘software’ deste sistema.

Escrevi, naquele post, que existem três níveis de possibilidades de se fraudar o sistema eleitoral:

1)    A própria urna eletrônica que coleta os votos diretamente dos eleitores;
2)    O computador que concentra os votos de uma dada região eleitoral [TREs]; e,
3)    O computador central que tabula os dados recebidos dos TREs [STE].

Antes quero explicar, resumidamente, o funcionamento de todos os equipamentos eletrônicos que têm suas funções controladas/gerenciadas por um microprocessador ou por um microcontrolador.

A diferença básica entre um microprocessador e um microcontrolador é que, este último, tem dentro do chip, além do microprocessador, uma memória ‘ROM’ que contém as instruções de funcionamento do sistema e uma espécie de memória ‘flash’ [ ‘flash’ é uma memória de escrita e leitura e que, quando retiramos a energia dela, os dados inseridos nela não se perdem! É como se fosse um ‘pendrive’!] na qual poderemos escrever instruções, complementando as instruções básicas do microcontrolador como também pode armazenar dados resultantes das operações feitas pelo microprocessador.

O microprocessador ou CPU, por sua vez, é constituído de unidade de controle [UC], unidade lógica e aritmética [ULA] e os registradores [RI]. Todos estes circuitos eletrônicos ficam inseridos num mesmo ‘chip’ e se comunicam com o universo externo através de seus pinos onde recebem energia para seu funcionamento, tem os barramentos de controle e entrada e saída de dados, etc...

Os equipamentos eletrônicos que são gerenciados/controlados por microprocessadores ou microcontroladores usam um conjunto de instruções [os programas ou o famigerado "software"!] para seu funcionamento adequado.

As instruções dos programas dizem aos micro processadores/controladores ‘façam isso, façam aquilo’, por exemplo: leia o teclado, tem tecla acionada? Se sim, imprima a tecla no monitor, se não, pule para a instrução seguinte,... Etc.

E aí? O que é que tem haver os microprocessadores e microcontroladores com as eleições? 

Ora bolas! 

Os programas usados pelo sistema eleitoral no Brasil são escritos por seres HUMANOS! Por pessoas! Portanto, estas pessoas podem ser corrompidas para inserir nos programas do sistema eleitoral, instruções que garantam a eleição de um determinado candidato!

Como pode ser feito? Basta inserir no programa uma linha de instrução do tipo “para cada 100 votos, 51 votos para candidato Alfa”. Os demais votos são distribuídos normalmente para cada candidato que disputa o pleito. Portanto, desta forma, se garante que o candidato Alfa será eleito! Este tipo de instrução pode ser inserido no programa da urna eletrônica, no computador concentrador de uma dada região eleitoral [TREs] e no computador central do STE.

E agora ‘José’? 

Quem GARANTE, cem por cento, que estes técnicos/funcionários da justiça eleitoral são ‘incorruptíveis’?



Adsumus!