segunda-feira, 9 de novembro de 2015

"Liderança é ATITUDE!"



“Liderança é atitude!”

Escrevi aqui no blog em diversos posts que servi no então “Centro de Reparos e Suprimentos Especiais do Corpo de Fuzileiros Navais”, carinhosamente chamado de CRESUMAR, seu indicativo naval no Serviço de Comunicações da Marinha.

O pessoal da Divisão de Eletrônica, onde servir, num certo final de semana, marcou de nos encontrar na Invernada de Olaria, Olaria, próximo ao Batalhão da Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro, para partirmos fim almoçarmos juntos; não lembro se num restaurante ou coisa parecida. 

O fato registrado na minha memória é que, naquele dia, um dos colegas se atrasou [ o então Sargento Reginaldo que na Divisão de Eletrônica tinha a ‘alcunha ou apelido’ de “Pica Pau” em função da aparência do seu cabelo! KKKKKKK!!!] ao horário marcado de formas que, os presentes resolveram partir, porém o Sargento FN-CN-(ET) MEDEIROS, cujo ‘vulgo’ na Divisão de Eletrônica era ‘Macarrão’ decidiu esperar um pouco mais o colega “Pica Pau”.

Após chegarmos ao local do almoço, alguns minutos depois, aparece o “Macarrão” e o “Pica Pau” com sua família!

Este comportamento do então Sargento FN-CN-(ET) JOSÉ EMÍDIO DE MEDEIROS ficou registrado na minha memória de forma que hoje me atrevo a escrever sobre o mesmo!

Hoje posso escrever, sem medo de errar que, este comportamento, chama-se LIDERANÇA! Nunca deixar para trás um colega! Um irmão de armas!

Obrigado "Macarra" pelo exemplo prático de LIDERANÇA! 


Adsumus!

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

O 'imortal' CREEDENCE!



O ‘imortal’ CREEDENCE!

Próximo ao local onde estamos instalados, no centro histórico ou Alghero Velho, existe uma Escola de Música para crianças, jovens e adultos [imagens abaixo].

Como se pode observar pelas imagens, trata-se de um prédio antigo que foi restaurado, mantendo sua arquitetura original. Nele existem as salas de aula e uma parte das instalações acomoda uma “República” para estudantes de outras localidades e, até mesmo, de outros países que vêm aqui estudar.

Ontem a noite, domingo, dia 6 de setembro, estava passeando em frente ao local onde os estudantes costumam ‘matar o tempo’ e um deles, com um violão, começou a executar algumas músicas e o que me chamou a atenção foi que, a maioria das músicas eram do ‘CREEDENCE’! Uma banda de rock lá dos anos 60/70!

Aí eu ‘viajei no tempo’! “Molina, Suzy Q, Lodi, Bad Moon Rising, Commotion, Hey Tonight, ...”.

Outro dia, passeando pelo centro histórico, num bar/restaurante uma 'banda' formado por um 'duo': guitarra e bateria!  Que estilo de música eles tocavam? Quem respondeu "CREEDENCE" acertou!

É isso aí! O velho e bom rock and roll não morre!

Creedence, um dos ‘dinossauros’ do rock mundial!





domingo, 7 de junho de 2015

Causo do Suboficial que 'mandou' o Comandante 'prender' o Imediato!



O Suboficial que ‘mandou’ o Comandante ‘prender’ o Imediato!

Este ‘causo’ tomei conhecimento via o Suboficial – vou chamá-lo de Sub Alfa! – envolvido nesta história.

O Sub Alfa fez carreira militar-naval num batalhão de infantaria só saindo do mesmo para fazer os cursos de carreira – formação de sargento e aperfeiçoamento de sargento.

Ao longo de mais de 20 anos servindo naquela unidade, o Sub Alfa conquistou respeito, estima e consideração de seus subordinados, pares e superiores em função do seu alto grau de disciplina e organização, além de sua capacidade de liderança pessoal.

Já no final da carreira militar do Sub Alfa, houve uma mudança de comando no batalhão e o Sub Alfa era o praça mais antigo de bordo, de forma que, qualquer problema em relação às praças, o Sub Alfa era chamado pelo comando para ser ouvido e após esta audiência, o comandante tomava uma decisão em relação à praça ou praças envolvidos em algum problema, em especial os relativos à disciplina e hierarquia.

Muito bem.  Um dia o novo comandante chama o Sub Alfa ao gabinete e o sub, ao se apresentar, o comandante lhe informou:

- Sub Alfa! A comida está uma droga! Vou prender o sargento encarregado do rancho!

De pronto, o Sub Alfa que nunca teve ‘papas na língua’, lhe respondeu:

- Concordo com o senhor, Comandante!  Realmente a ‘comida está uma droga’ e foi depois que o senhor assumiu o comando, pois, antes, nosso rancho era um dos melhores da Marinha! Famoso pela qualidade das refeições ali servidas!  E o senhor não vai prender o sargento do rancho não, se o senhor quiser prender alguém por causa da qualidade do rancho, tem que prender o senhor Imediato e o Oficial da Intendência, pois são os responsáveis pelo cardápio e fornecimento do material para o rancho.

Após esta resposta do Sub Alfa, o comandante o dispensou e convocou o Imediato para uma reunião.

Alguns dias depois o rancho voltou ao seu antigo padrão de qualidade! KKKK!

Passado alguns anos, o Sub Alfa se encontra com um capitão-de-mar-guerra da reserva num evento social dos Veteranos Fuzileiros Navais, o mar-e-guerra pergunta sobre este causo.  O Sub Alfa reconta a história e a esposa do mar-e-guerra que estava próxima e ouvindo, pergunta ao esposo quem era aquela pessoa que teve a coragem de ‘mandar’ o comandante prender o imediato, o mar-e-guerra, de pronto, respondeu:

- Este é o Sub ALFA!  "Chorei" muito nos ombros dele quando era um jovem tenente e ele me orientou muito como lidar com situações práticas cujas resoluções não estavam nos manuais da Escola Naval! É meu amigo!

É isso aí! 

Meu filho, o Marcos Antonio, gastrônomo e ‘chef cook’ tem uma frase interessante:

“Na prática, a teoria é outra coisa”!

Adsumus!

Nota: por questões óbvias, omite nomes e alguns dados fim proteger a identidade dos envolvidos, porém a história é verdadeira!

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Embate jurídico contra Multinacional.



Embate jurídico contra Multinacional!



No ano de 2010, no mês de julho, comprei uma moto Johnny, 150 cc, num supermercado que pertence a uma rede multinacional.


Meu ‘calvário’ se iniciou  ao me dirigir ao  Detran-RN para fazer o  primeiro ‘emplacamento’ da referida moto.


Ao iniciar o processo no Detran-RN, o funcionário me  informou que o referido veículo não estava cadastrado no ‘sistema’ [depois de muita pesquisa descobri que o tal ‘sistema’ se tratava de um poderoso computador que fica no Estado de São Paulo no  qual são inseridos os dados dos  veículos automotores pelos fabricantes, aqui no Brasil, e/ou pelos compradores/importadores de veículos  internacionais conforme o  artigo 120 do Código de Trânsito Brasileiro].


Fiquei num ‘ping  pong’ entre Detran/supermercado  até o mês de novembro daquele ano quando resolvi recorrer ao judiciário especial para resolver o conflito.


Como se tratava de uma causa de valor inferior a 20 salários mínimos, então entrei pessoalmente com a petição junto ao Juizado Especial aqui em Natal, RN.


Muito bem. Não fui feliz neste pleito em função de ter produzido uma peça jurídica totalmente ‘sem pé nem cabeça’ e, como era esperado, o juiz mandou arquivar o processo.

Ok.  No final do ano de 2012, mês de dezembro, voltei ao judiciário com uma nova petição, agora mais fundamentada, invocando os artigos competentes do Código Civil, do Código de Defesa do Consumidor e do Código de Trânsito Brasileiro. O que foi que eu fiz? Ora bolas! O que todo advogado, juiz, enfim, todos do judiciário fazem para resolver as questões jurídicas: li, estudei, busquei a forma mais adequada de direcionar a petição com as competentes provas materiais [documentação relativa ao pleito].


Na audiência de conciliação [uma audiência que acontece entre as partes fim resolver o conflito sem necessidade da intervenção do mediador, o juiz] já no primeiro semestre de 2013, não foi possível se chegar a um acordo de modos que foi marcada uma audiência com o juiz fim resolver o conflito.


No dia da audiência com o magistrado, havia três  advogados  [dois homens e uma mulher!] para defender a ré, o juiz e eu sozinho com meus parcos conhecimentos jurídicos!


Após o magistrado abrir os trabalhos perguntou às partes se havia algo a ser debatido sobre o processo.  A defesa da ré não se manifestou porém, de pronto, me manifestei para protestar em função de que a defesa da ré  havia  inserido uma tréplica um dia antes da audiência, portanto, totalmente fora do prazo legal para  tal. Foi aí que percebi certa ‘cumplicidade’ entre o magistrado e os advogados da ré, pois, antes de terminar o meu protesto, a mulher, um dos advogados de defesa da ré, se manifestou ao magistrado falando de um ‘certo acordo para aqueles casos’, por sua vez, o magistrado solicitou que ela se calasse e após o registro deste ‘mal estar’, o juiz encerrou os trabalhos informando que naquela tarde iria dá a sentença do processo.


Na sentença, o magistrado me deu ganho de causa, mandando a ré me indenizar certa quantia por danos morais, etc.


É isso aí!



Adsumus!